Concepção, direcção artística e espaço cénico e sonoro Conception, artistic direction, set and sound design João Samões Interpretação Interpretation João Samões, João Galante Convidados para processamento de som em tempo real Guests for real time sound design Jari Marjamaki, Victor Joaquim, Nuno Rebelo Registo e edição de vídeo Record and vídeo direction by João Dias Co-produção Coproduction Temps d`Images/Dupla Cena Apoios Support TeDance, bazar do vídeo, Culturgest, Teatro extremo Produção Production João Samões @ 2007 Fotografias Photographs Ricardo Mendes Traduções Translations Mónia Mota, Cécile Georgiadés
٭ BLACKOUT ٭
12, 13 Novembro de 2008
Performance Sonora, CULTURGEST, LISBOA,
FESTIVAL TEMPS D´IMAGES
http://www.tempsdimages-portugal.com/
dhttp://www.culturgest.pt/actual/blackout.html
25 de Novembro 2008
Performance Sonora, CHÁMALLE X, V XORNADAS DE ARTE DE ACCIÓN, FACULTAD DE BELLAS ARTES DE PONTEVEDRA, UNIVERSIDAD DE VIGO, ESPANHA
http://belasartes.uvigo.es/chamallex/
Novembro de 2008
Vídeo, X BIENAL INTERNACIONAL DE POESIA VISUAL E EXPERIMENTAL, CIDADE DO MÉXICO, MÉXICO
17 Janeiro de 2009
Vídeo e Performance, CICLO INTERNACIONAL DE INTERVENÇÃO E PERFORMANCE, Panteão Nacional em Lisboa, Sala do coro alto, 18h, Curadoria de Fernando Aguiar
21 Março de 2009
Vídeo e Performance, INFLUXUS II (encuentros de vídeo acción y vídeo creación), reencuentro del arte experimental entorno a Vostell y el movimento Fluxus, MUSEO VOSTELL, MALPARTIDA, ESPANHA
1 Maio de 2009
Performance Sonora, FUNDACIÓN LABORAL ESCENA, CENTRO DE ARTE Y CREACIÓN INDUSTRIAL, FESTIVAL L.E.V., GIJÓN, ESPANHA
9 Maio de 2009
Vídeo, MUSEU de CASTRO GUIMARÃES, SEMINÁRIO dos CAPUCHOS: ARTE, EDUCAÇÃO e SOCIEDADE: Performances e Metamorfoses do Corpo, CASCAIS, PORTUGAL
http://www.tedance.com/
PERFORMANCE SONORA
Nesta performance, dois intérpretes percorrem e exploram a superfície e as texturas dos ossos de um modelo anatómico de esqueleto humano através de pequenos microfones, enquanto um sonoplasta manipula e esculpe o som produzido em tempo real. Blackout é uma reflexão estética e performativa sobre a Morte, uma meditação de valor ascético e metafísico, onde a Vida regressa à sua primordial condição de ilusão efémera em perpétua transformação. Centra-se num objecto manipulado como gerador de som, ressonância e sentido, e num entendimento do corpo como uma inesperada montagem de símbolos e códigos.
Num espaço e num tempo cúmplice; os criadores, o público e um modelo anatómico de esqueleto humano, interagem e reflectem sobre o carácter efémero e transitório do corpo, numa abordagem simbiótica entre uma experiência de acção no domínio do gesto e da presença e a comunicabilidade do espaço cénico no domínio dos signos e dos sentidos.
Bones, fruits and flowers: in this performance, the entire iconography is established in the ephemeral and transitory, just as the words we’ve just said vanish, nothing more than a trace of dust vibrating in our memory remains.
Estudou Antropologia, técnicas de corpo e performance, improvisação e composição coreográfica em Lisboa e Nova Iorque. Colaborou, entre 1991 e 1996, como actor, performer e dramaturgo com a companhia de teatro experimental Olho e o grupo de performance/instalação/pintura Canibalismo Cósmico, foi intérprete de dança contemporânea e co-criador em trabalhos de Francisco Camacho (1997 e 1998) e Vera Mantero (2001 e 2002). Em 1998, é convidado para o encontro de improvisação Crashlanding em Lisboa organizado por Meg Stuart, David Hernandez e Christine de Smedt. Em 2000, coreografou e interpretou o solo 18 MINUTOS (seria como fogo numa fogueira teria aquela atracção de algo a mover-se numa sala enquanto tu pensas noutra coisa qualquer). Em 2004/2005, criou ZONAS DE RUIDOSA INFLUÊNCIA. Em 2007 criou a peça O LABIRINTO A MORTE E O PÚBLICO e a performance sonora BLACKOUT.

